quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Informação acessível

Outro dia, num jantar na casa de minha mãe, vimos na TV um comercial sobre uma promoção de aniversário do jornal Correio da Bahia. É o seguinte, há um tempo, o Correio passou a custar apenas um real. Achei o máximo, pois é uma forma a mais de as pessoas se informarem, já que é bem baratinho (não vou comentar sobre o caráter meio tendencioso do jornal... essa é outra história). Neste mês de aniversário, o Correio está custando, promocionalmente, cinquenta centavos.
No tal jantar, uma amiga da família viu o comercial e comentou "Que decadência um jornal a cinquenta centavos". Isso me fez pensar, pois eu estava achando o máximo o fato de a informação estar bem mais acessível, e ela pensando justamente o contrário. Daí pensei que este deve ser o raciocínio das pessoas que só usam roupas caras, sem nem mesmo olhar para qualquer outra peça que não seja "de marca". Devem pensar que só o que é caro que é bom, né? 

5 comentários:

Rafa Guerra disse...

Exatamente. O pior é q, na maioria das vezes, o barato realmente não presta. Mas é burrice tomar isso como regra e não experimentar. Eu sempre experimento marcas baratas e desconhecidas, se gostar, ótimo, é mais uma opção.

Nixa disse...

Não por nada não mas há por aí mídias gratuitas. Na verdade, o tanto que os jornais lucram com os anúncios por si só é suficiente para vincular o jornal nas ruas de forma gratuita. E quase ninguem sabe disso.

L´atelier disse...

Oie!!!
naoconhecia seu blog e achei fofo! vc acredita q na hora q tava lendo esse post sobre o jornal correio...começou o comeercial!!!kkkkkkk!!!loucura!!
mas concordo com vc...esse tipo de gente é o famoso(a) homem etiqueta e mulher etiqueta!! so importa a etiqueta!!kk
'bjoo
Haytana

Nah Moraes disse...

tb reparei mto nesse comercial!!!!!!
meninaaa
apareçaaaaaaaa
bjoooo
rs

Leo disse...

no Rio Grande do Sul o maior veículo de comunicação lançou, há uns dez anos, um segundo jornal, de caráter mais popular, por apenas 25 centavos (hoje deve custar um real). lembro que na época muita gente criticou essa idéia dizendo que era mais uma forma de excluir as classes populares, porque onde já se viu criar um jornal "popular". pois o jornal pegou, fez um baita sucesso, e apesar de realmente ter um apelo mais popular (dá pra ver claramente no layout da capa, nas manchetes, no tipo de matéria), hoje em dia não tem quem não leia jornal no RS. só não lê quem não quer. e todo mundo que queria ler um jornal mas não tinha grana pra bancar os jornais tradicionais passou a ler diariamente o tal jornalzinho de 25 centavos.

tudo isso pra dizer que eu acho uma boa iniciativa... rs.

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